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O que santa Maria Goretti ensina aos jovens de hoje?

Maria Goretti tem seu corpo incorrupto até os dias de hoje/ Imagem: internet

Em tempos em que valores cristãos são tratados de forma relativa, a efemeridade das relações, e em que, a sexualidade parece terra de ninguém, a vida e o testemunho de uma menina de 11 anos continuando ecoando da Igreja para a juventude. Essa é santa Maria Goretti. 

Marieta, como era carinhosamente conhecida, nasceu em de Outubro de 1890, em Corinaldo, Província de Ancona, Itália, filha de Luigi Goretti e Assunta Carlini. Com um estilo de vida pobre e austero, vivia seus dias entre uma espiritualidade profunda, ajuda aos pais na lida da casa, e no cuidado com seus irmãos menores.

Saiba ainda mais da história de santa Maria Goretti

Devido a necessidade financeira, sua família precisou mudar-se para outra região. Passaram a dividir o mesmo teto com uma família composta por um viúvo e dois filhos, entre eles, Alessandro Serenelli, que tinha 20 anos.

Em 5 de Julho de 1902, Alessandro Serenelli, um jovem de 20 anos, encontrou a menina de 11 anos costurando, sozinha em casa. Com propostas imorais, tentou seduzi-la, porém deparou-se com sua decisão firme pela castidade. Vendo que não conseguiria o que desejava, encoleriza-se de tal modo, que apunhala Goretti com 14 facadas, levando a sua morte prematura.

Porém, enquanto ainda agonizava no leito de hospital perdoou seu assassino. Posteriormente, Alessandro converteu-se, se arrependeu e esteve com a mãe da santa em sua canonização.

Aceito na Ordem Menor dos Frades Capuchinhos, viveu em um monastério, trabalhando em cargos humildes até sua morte em 1970.

Referia-se a Maria como “sua pequena santa” e esteve presente na sua canonização. Em seu testamento, fala sobre a testemunho de santa Maria Goretti para os dias de hoje : “Vejo através da imprensa que a maioria dos jovens seguem sem se incomodar o mesmo caminho; eu também não me incomodava. Tinha perto de mim pessoas de fé e que praticavam o bem, mas eu não me importava, cego por uma força bruta que me impulsionava para o mau caminho. (…) Maria Goretti, hoje santa, foi o anjo bom que a Providência colocou diante dos meus passos para me salvar. Eu ainda trago no coração suas palavras de repreensão e perdão. Ela rezou por mim, intercedeu por seu assassino. (…) Aqueles que lerem esta carta, que a tenham como exemplo para escapar do mal e seguir o bem, sempre.”  

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