Notícias › 30/03/2018

Celebração da Paixão do Senhor é marcada pelo silêncio e emoção na tarde desta sexta-feira (30)

Arcebispo no momento do Beijo da Cruz/Foto: Heraldo Lima

Uma celebração de silêncio, emoção, ritos e momentos fortes de espiritualidade, a Celebração da Paixão do Senhor é o único ato litúrgico realizado na sexta-feira da Paixão, único dia do ano em que não se celebra a santa Missa. Dom Pedro Brito Guimarães presidiu a celebração, juntamente com o padre Eduardo Zanom, pároco da Catedral.

A Celebração faz parte do Tríduo Pascal, a grande celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus que compreende três atos litúrgicos: a Celebração do Lava-pés, na quinta-feira santa, a Celebração da Paixão do Senhor, na sexta, e a vigília Pascal, no Sábado de Aleluia.

A Celebração da Paixão é dividida em três partes: Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Rito de Comunhão. Na Liturgia da Palavra, as leituras do dia remetem ao mistério da morte, e paixão de Jesus, e o Evangelho traz a narrativa da Paixão segundo o evangelho de João. Na homilia, o bispo afirma que a celebração deste dia não é para alimentar o sofrimento. “Este rito não é pra nos fazer sofrer, mas pra nos fazer mudar, nos fazer tocar na essencialidade da vida”.

Após a homilia, a celebração seguiu com as preces universais, e o tradicional Beijo da Cruz, no qual os fiéis se aproximam do Crucificado e com um beijo expressa o amor e a gratidão pela salvação expressa pela doação de Jesus.

Neste sábado, o tríduo pascal tem seu cume, com a celebração da Vigília Pascal a partir das 19h. É a maior celebração da Liturgia Católica, onde se celebra a Páscoa do Senhor.

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